Turma do Quibe sela paz entre Ilhéus e Itabuna

Diferenças foram esquecidas e qualidade da comída árabe ressaltada

O que uma boa mesas não faz, principalmente quando as iguarias são oriundas da culinária libanesa e preparada com bastante esmero e dedicação por especialistas, no caso em questão, a família Nazal Soub.

Pois é, quibes fritos e crus, pastéis, coalhada seca (divina), tahine (pasta de gergelim), devidamente acompanhada de cerveja bem gelada e cachaça Contendas, uniu moradores de Ilhéus e Itabuna, em constante litígio.

Essa reunião estava agendada há cerca de três anos, porém somente agora, quando se discute os limites de Ilhéus e Itabuna e a anexação do bairro do Salobrinho a Itabuna, finalmente foi realizada. E com todas as pompas e salamaleques.

Diantes de tão fortes argumentos (culinários) apresentados por José Nazal, a paz, entre os dois povos vizinhos, finalmente foi selada. Ninguém contestou a qualidade dos pratos preparados por ilheenses e Nazal foi convocada a aparecer todos os sábados.

Laços de parentesco foram descobertos entre as Nazal e Lívia Kalid e comemorados em alto estilo

Entre conversas e debates sobre as questões que envolvem as duas cidades, a discussão sobre os limites entre os dois municípios foi considerada coisa de somenos importância, assunto de política mesquinha.

Outra grande descoberta importante foi o parentesco entre Lívia Kalid e José Nazal, após consultas às árvores genealógicas das respectivas famílias.

Dentre as questões políticas debatidas, a criação do estado Bahia do Sul – ou que nome venha a ser batizado – foi considerada de importância fundamental para o desenvolvimento do Sul, Extremo Sul e Sudoeste (ainda) da Bahia.

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Walmir Rosario

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