PRIMEIRA CHAMADA PARA AS BODAS DE OURO DE AMIZADE

Aos amigos fantasiados de palhaços estilizados

No dia 6 de julho de 2019, um sábado, será realizado o 4° Encontro dos Amigos da Praça do Cacau, no Espaço Panzini, na praia da Costa, que este ano completa “Bodas de Ouro de Amizade”. Nesses 50 anos de os amigos forjados na juventude continua perpetuado por anos a fio. Cada qual no seu canto, próximos um do outro, embora muitos residam a centenas e milhares de quilômetros de distância.

Nesta primeira chamada para o grande encontro, alguns deles poderão não comparecer ao convite e suas ausências não significam que romperam as relações fraternas de amizade, construídas em época longínqua, e sim por motivo de força maior. É que alguns deles se ausentaram para sempre da vida terrena e se foram para sempre, hoje convivem no oriente eterno.

E nesta primeira chamada não reponderam presente Lucindo Campos, Raimundo Pedreira, Ivonildo Araújo, Erasmo Carlos (Lalau), Hildebrando Campos (Brando), Carlinhos De Bernardo, Guilherme Loureiro, Neto Loureiro, José Domingues, Hermógenes, Jorge Argolo, Arismar, Carlos Costa Neto, Sérgio Perelo. Já não participam, como os outros, de eventos terrenos, mas serão lembrados como verdadeiros amigos para sempre.

Chamados para perto do Pai Criador, aqui deixaram seus herdeiros naturais e os amigos construídos ao longo do tempo. Foram os corpos, ficaram as boas recordações da convivência entre eles, lembrados não só pela legião de amigos da Praça do Cacau, mas por toda a sociedade canavieirense, do que representou cada um deles no meio social em que viviam.

Mas, os que aqui continuam não precisam se preocupar com os que se foram: com certeza estão em bom lugar, aprontando das suas como aqui faziam. Pelo que soube, o céu, oriente eterno ou sinônimo que o valha é um espaço musical, e José Domingos mais Lucindo já devem ter se apossado desses instrumento para promover umas tocatas, alegrando os mais tristes e de semblantes fechados.

Por certo Raimundo Pedreira e Hidelbrando já descobriram Quelé por aquelas paragens e estão gozando das coisas boas da vida mundana, com os coquinhos preparados por ela, iguaizinhos aos que fabricava na Birindiba. Não esqueçamos que essa turma que deixou esse complicado planeta sempre soube se virar sozinha, com os elementos “banda voou”, extrovertidos.

E devem todos se encontrar na mais absoluta harmonia, os alegres contagiando os de natureza fechada, os “banda voou” tornando os sossegados mais despachados, sem se preocupar com a agitação que viveram um dia. Onde se encontram não mais precisam se preocuparem com o emprego, o comércio, a economia, as fazendas, a performance de playboy, do exercício da medicina. Mas caso alguém necessite desses cuidados, por certo estarão prontos para servir.

Jamais serão esquecidos.

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Walmir Rosário

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