DO PÚBLICO AO PRIVADO

SEGURANÇA ZERO I

Apesar dos números de roubos, assaltos e furtos, inclusive a bancos no centro de Itabuna, as polícias Civil e Militar (esta opera o sistema) não dizem nada sobre o sistema de vigilância eletrônica, através de câmeras de filmagem, que se encontra totalmente desativado.

O sistema de vigilância eletrônica foi custeado pelos empresários, através de suas instituições, a exemplo da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itabuna e Associação Comercial, em parceria com a Prefeitura, que cedeu as instalações para sediar o comando.

SEGURANÇA ZERO II

O sistema foi inaugurado com todas as pompas pelo Governo do Estado, com a presença do governador Jaques Wagner, que recebeu e apareceu em todas as homenagens, embora não tenha dispendido um tostão, sequer. Além do centro da cidade, o Centro Comercial de Itabuna também recebeu uma guarita de permanência da Polícia Militar, com sistema idêntico.

Mesmo assim, a bandidagem continua operando às vistas das polícias, cujos agentes (civis e militares) não podem fazer muita coisa no sentido de prestar mais segurança à população, haja vista a falta de condições materiais e até recursos humanos. Os policiais vêm “fazendo das tripas coração” para realizar o seu trabalho, apesar da falta de combustível, dentre outros insumos.

SEGURANÇA ZERO III

No centro da cidade, além das câmeras quebradas, uma delas pode causar um acidente com vítima fatal. É exatamente a que está instalada em cima do prédio do Bradesco da avenida do Cinquentenário, esquina da rua Adolfo Maron.

O suporte que sustenta a câmera está enferrujado e ela pode se desprender e cair a qualquer momento em cima de um transeunte. Outra câmera que está sem funcionar é a instalada no Sindicato Rural de Itabuna, na confluência das praças Adami, Manuel Leal e Siqueira Campos. Foi exatamente naquele local que os bandidos assaltaram o caixa eletrônico do Banco Santander (ex Banco Real).

SEGURANÇA ZERO IV

Já que o sistema foi custeado pelos empresários, que sofrem com as constantes ações da bandidagem, porém nada reclamam do Governo do Estado, seria bem mais prático bancar o conserto do sistema. Agindo assim, evitaria os prejuízos e ainda protegeriam os seus clientes. Fica aqui a sugestão, embora consciente de que a segurança aos cidadãos seja um dever do Estado.

O que fazem essas instituições que representam o empresariado que não “botam a boca no mundo?” Será que temem alguma retaliação, ou é uma simples omissão?

O RETORNO DE FERNANDO

Esse blog foi procurado por algumas pessoas ligadas a Fernando Gomes para informar que a indicação de Dinaílson Oliveira para a presidência da Fundação Marimbeta não teria a participação do ex-prefeito. Segundo alguns deles, a pretensão do Capitão Azevedo seria a nomeação da esposa de Fernando, Sandra Neílma, de reconhecida competência para o cargo, o que não foi possível.

Atualmente, Fernando Gomes e sua família residem em Vitória da Conquista, por recomendação médica, devido ao clima seco, considerado excelente para o a saúde de uma das filhas do casal. Nesse caso, estaria descartada a participação de Sandra Neílma na administração do Capitão Azevedo, pelo menos por enquanto.

NADA A VER COM FERNANDO I

A nomeação de Dinaílson Oliveira, o Son, para a Fundação Marimbeta, teria sido calcada em outros critérios. Um deles seria o apoio político dos filhos do ex-deputado estadual Daniel Gomes (irmão de Fernando) à administração municipal e a futura campanha pela reeleição do atual prefeito.

O segundo critério, embora também político, envolveria negócios, a exemplo da Rádio Nacional (antiga Rádio Clube de Itabuna), que teria uma participação de maior relevância na mídia da prefeitura. Para tornar isso possível, os contratos com os profissionais que compravam horários foram desfeitos e novos radialistas farão parte do “cast” da emissora, todos eles escolhidos a dedo pelo núcleo político de Azevedo.

NADA A VER COM FERNANDO II

A nomeação de Dinaílson Oliveira está sendo considerado um contrato de risco para a administração do Capitão Azevedo, já que todo o apoio emprestado pela Rádio Nacional e seus comunicadores pode não ser suficiente para superar a “falta de intimidade” do presidente Dinaílson com a nova função.

No Centro Administrativo Firmino Alves a presença de Dinaílson Oliveira nas hostes governamentais não é bem-vista por alguns dos colaboradores mais chegados a Azevedo, que consideram o novo presidente da Fundação Marimbeta um “estranho no ninho”. Nada como o tempo para analisar os fatos.

NOVA PROGRAMAÇÃO I

A direção da Record News Nordeste (TV Cabrália) reuniu, na noite de sexta-feira (6), no Tarik Plaza Hotel, jornalistas, publicitários e clientes para apresentar sua nova grande de programação local. Na faixa das 19 horas, além do já tradicional NBLOGs, apresentado todas as sextas-feiras por Tom Ribeiro, outros programas irão ao ar na próxima semana, a exemplo do NDEBATES (quartas-feiras), também com o apresentador.

Para os programas NESPORTES (segundas-feiras), NESTREVISTA (terça-feira) e NMÚSICA (quinta-feira), sempre às 19 horas, foi contratada a apresentadora Viviane Carvalho, com passagem pelas telinhas daqui de Itabuna e outras cidades. A nova programação pretende “mexer” com um público variado e sem espaço na televisão aberta regional.

NOVA PROGRAMAÇÃO II

Os novos programas foram formatados pelo diretor-superintendente Marcos Silva e a gerente comercial Cristine Ribeiro e tem o objetivo de ampliar a participação da TV Cabrália no mercado e nos índices de audiência regional. Para o lançamento da nova programação compareceu o diretor-superintendente da Rede Record News, Luciano Ribeiro, que elogiou a ousadia da direção da TV Cabrália, considerada uma inovadora dentro da rede.

A gerente de Jornalismo da emissora, Delza Schaun ressaltou a capacidade dos colaboradores e garantiu que cada vez mais a Cabrália reafirma o seu compromisso de ser uma televisão “antenada” com a região. “Temos espaço e sempre colocaremos em evidência as grandes questões das regiões cobertas com o sinal da Cabrália”, afirmou.

NBLOGS DEBATE TOMBAMENTO

Mais uma vez a TV Cabrália leva aos telespectadores situações fáticas e assuntos polêmicos da comunidade. Nesta sexta-feira (6), às 19 horas, o apresentador Tom Ribeiro comandou o NBLOGs que debateu o “destombamento” do prédio do Colégio Divina Providência.

Participaram como debatedores o jornalista e advogado Walmir Rosário (representando o CIA DA NOTÍCIA), o advogado José Sidenilton (representando a Prefeitura de Itabuna) e o empresário José Itajaí de Andrade (representando os ex-alunos do colégio).

O debate foi bastante acalorado, por ser o “destombamento” do prédio do Colégio Divina Providência um ato que “rasga” a legislação municipal que rege o assunto, além de conduzido de forma obscura. No programa ficaram evidenciados os interesses contrários à história e à cultura de Itabuna e em favor de apenas um empresário.

CONTRA O DESTOMBAMENTO I

A cada dia cresce o número de pessoas e instituições que começam a se posicionar contrários ao “destombamento” do Colégio Divina Providência. Na edição desta quinta-feira (5) do Diário Bahia, o jornalista Eduardo Anunciação (foto), o mais antigo colunista em atividade em Itabuna, dedicou toda a página da coluna “Política, Gente, Poder” ao tema.

Ex-aluno do Divina Providência, Eduardo Anunciação se disse angustiado com a ação engendrada para instalar um conjunto de lojas no lendário colégio, um negócio feito de forma disfarçada em nome do “desenvolvimento econômico. E o colunista foi mais longe e denunciou a cumplicidade do prefeito Capitão Azevedo.

CONTRA O DESTOMBAMENTO II

“Azevedo confunde conhecimento, história, ensino, cultura, saber de uma comunidade, gerações de uma cidade com lucratividade, consumismo, empego para o enriquecimento de grupos comerciais privados que cinicamente, falsamente passa para figuras da comunidade, do povo um ponto de vista discurso que vão preservar a estrutura, conservar a fachada do CDP. Que menos verdade, mentiralhada, mentira dos capatazes do capitalismo. Já assistimos, já assisti este filme”, escreveu.

Ainda na coluna, Eduardo Anunciação faz cobrança a entidades, pessoas influentes, ex-alunos que presidem, participam de diretorias de instituições como Associação Baiana de Imprensa (ABI), políticos, dentre outros.

Esta semana a Subsecção de Itabuna da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ingressará na Justiça com uma Ação Popular para impedir a demolição do conjunto arquitetônico tombado, que porá por terra parte da história de Itabuna. Também o Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia deverá se manifestar contra o ato.

BOA NOTÍCIA

Esta foi publicada no portal da Câmara Federal deste sábado (07). A Câmara analisa o Projeto de Lei 214/11, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), que aumenta de 30 para 60 dias o prazo para que o consumidor faça reclamações ao fornecedor sobre problemas aparentes ou de fácil constatação em serviços e produtos não duráveis, como roupas e calçados.

Já no caso de serviços e produtos duráveis, como automóveis e imóveis, a proposta prevê que esse prazo aumentará dos atuais 90 dias para 180.

O projeto altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que determina que esse prazo seja contado a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços. A proposta mantém essa determinação.

A novidade introduzida pelo projeto é o reinício da contagem do prazo tão logo a reclamação seja atendida pelo fornecedor, valendo essa garantia apenas para o problema reclamado. Esse reinício da contagem será determinado pela data da nota fiscal referente ao atendimento da garantia.

CONTAM POR AÍ…

O ano é 1993. Os personagens, João Xavier, Geraldo Simões e o todo-poderoso ACM. O palco, a governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

Eleito no embalo do impeachment de Collor e na briga travada pelos candidatos a prefeito de Itabuna José Oduque Teixeira e Ubaldo Dantas, a “zebra” Geraldo Simões resolveu ir ao governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães para reivindicar obras para Itabuna.

Essa atitude, pensada e repensada pelos marqueteiros de plantão, daria ao então prefeito Geraldo Simões o status de estadista, ao procurar o governador, seu mais terrível adversário político, de forma institucional.

Audiência marcada, chegam à governadoria o prefeito Geraldo Simões e seu vice, João Xavier, à época no Partido Socialista Brasileiro (PSB). Troca de amabilidades para todo o lado e eis que chegam ao finalmente: a apresentação da lista de reivindicações.

Após analisar os pedidos, ACM perguntou quais as prioridades e foi dizendo o que poderia fazer de pronto e quais encontraria dificuldades, seja por falta de recursos estaduais ou federais para tanto, até que o vice-prefeito João Xavier começou a nomear como urgente e urgentíssima a conclusão da construção do estádio Luiz Viana Filho, até hoje incompleto e que prejudicaria o esporte itabunense.

Foi aí que ACM não se conteve e disse, em tom de gozação:

– Ô Xavier, se nem time você tem, pra que essa urgência na construção do estádio. Vamos deixar isso de lado e construir outras coisas… – ponderou o governador.

Após o susto, ACM brincou com os dois e não se falou mais no “Luizão”.

 

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