Do Público ao Privado20

A SAÚDE VAI BEM…

Objeto de desejo do Estado e Município, o HBLEM não atinge seus objetivos

Os recursos para a saúde de Itabuna continuam o mesmo, o que mudou foram os administradores do dinheiro. O Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães (HBLEM), alvo de disputas pelo Governo do Estado e da Prefeitura de Itabuna, continua o mesmo, alvo das mesmas denúncias, sobretudo de ser um cabide de empregos, das compras feitas aos apadrinhados, sem contar das queixas dos pacientes sobre a falta de medicamentos simples e insumos banais como gaze, esparadrapo, mertiolate.

Para refrescar a memória dos mais absortos, basta uma simples pesquisa na internet (o Google ajudaria muito) sobre o que escreviam os veículos de comunicação à época sobre o tema. As brigas entre a direção do HBLEM e o secretário da Saúde eram constantes e sobre a falta de repasses dos recursos, que mais pareciam “cobertor curto”, quando cobria a cabeça, descobria os pés. O dinheiro era transferido de “conta-gotas”, conforme a origem das denúncias, se da falta de pagamento dos funcionários, se dos fornecedores de alimentos, se dos fornecedores de medicamentos. Nada mudou.

…OS POLÍTICOS VÃO MAL

A farsa montada pelos políticos (não podem ser chamados de autoridades) que ocupam a Prefeitura de Itabuna e o Governo do Estado chama cada vez mais a atenção pelo desserviço que prestam. A cada dia novas vítimas são feitas por conta das diferenças entre eles, causando, inclusive, a morte de dezenas de pessoas, conforme é noticiada nos veículos de comunicação, embora poucos se importem com a nefasta atitude.

Foi preciso a intervenção do Poder Judiciário para transferir pacientes do Hospital de Base de Itabuna, antes que morressem à míngua, sob os olhares do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, do governador Jaques Wagner, dos secretário municipal da Saúde, Geraldo Magela, secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, além de deputados federais, estaduais e vereadores. Enquanto isso, parentes e amigos são tratados “a pão-de-ló” em hospitais públicos e particulares, com as mordomais de praxe.

ATÉ QUANDO?

O modelo do Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães não condiz com sua administração, aos cuidados do governo municipal, apesar de construído com recursos federais. Pela magnitude do hospital, o atendimento ultrapassa fronteiras, e sua clientela é oriunda de cerca de 100 municípios diferentes, além de ser referência em urgência e emergência (pronto-socorro), principalmente traumas, na maioria decorrente de acidentes automotivos.

Por ser um hospital desse porte, se torna muito difícil sua administração pelo município, através de uma fundação, haja vista que a realidade dos preços praticados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é impraticável. O valor pago não condiz com o serviço prestado, com o medicamento utilizado, mas, mesmo assim, os prestadores de serviço aceitam as condições, fazendo de conta fazem um serviço de qualidade, enquanto o SUS acredita que seus preços são condizentes.

E nesse faz de conta, o povo sofre e os políticos utilizam esse sofrimento para praticar a chantagem, utilizando os meios de comunicação para jogar a culpa em outras instâncias. E continua tudo com dantes, no Quartel de Abrantes.

CASAS BAHIA

Demorou, mas finalmente chegou a Itabuna a famosa rede varejista brasileira Casas Bahia. E chegou bem, provocando os concorrentes que fizeram um verdadeiro festival de preços baixos, para a alegria dos consumidores, que tiveram a oportunidade de comprar móveis e eletrodomésticos a preços bastante competitivos. Foi um delírio na avenida do Cinquentenário, com vendedores disputando consumidores no grito.

No grito, aliás, eram mostrados os preços dos produtos, principalmente aqueles do mix das Casas Bahia, oferecidos a “preço de banana” pelas redes Insinuante e Ricardo Eletro. Ora, se as empresas varejistas podem praticar esses preços, não seria mais oportuno mantê-los durante todo o tempo? Quem não gostou nada do festival da concorrência foram os garis, que tiveram muito trabalho para retirar todo o material promocional jogado na avenida.

FOI O MORDOMO

As recentes denúncias da existência de uma folha de pagamento de “servidores fantasmas” na Câmara de Ilhéus está prestes a tomar um rumo bastante conhecido: incriminar o “mordomo”, que no caso em questão o tesoureiro do Legislativo ilheense, isentando de culpa o presidente da Casa, Dinho Gás. Uma ardilosa engenharia política e contábil neste sentido está sendo formulada por assessores e consultores da Presidência da Câmara, mas promete não obter os efeitos desejados.

Para elaborar uma folha de pagamento de servidores “fantasmas” é necessária a participação de várias pessoas, ocupantes de cargos estratégicos, a exemplo de contabilidade, tesouraria, dirigentes e consultores. Uma só pessoa não teria condições de praticar essa falcatrua, pela impossibilidade da sequência de atos e procedimentos inerentes às contas públicas. Como a Câmara Municipal é uma casa onde se pratica política e o corporativismo é integral, muito difícil será a punição dos verdadeiros culpados, a não ser que o Ministério Público resolva agir.

POLÍTICA ILHEENSE EM DEBATE I

A união dos partidos políticos para a construção de um projeto político e administrativo para transformar Ilhéus numa cidade mais justa e que ofereça melhores condições de vida para a população foi a tônica dos discursos feitos durante a plenária realizada pela Executiva Municipal do Partido Socialista Brasileiro (PSB) de Ilhéus. O evento foi realizado na noite de quinta-feira (25), na Câmara de Vereadores, com a presença de militantes e representantes de 10 partidos.

Na abertura da plenária, o presidente do PSB de Ilhéus, vereador Alcides Kruschewsky, ressaltou que a união de pessoas de bem compromissadas com a cidade é uma tarefa complexa, porém necessária para manter Ilhéus num rumo de desenvolvimento. “Nós do PSB temos a responsabilidade desta construção e continuaremos mantendo entendimentos não só com os partidos da base aliada, mas com todas as agremiações que têm como projeto não deixar que Ilhéus possa retroceder”, pregou.

POLÍTICA ILHEENSE EM DEBATE II

O PSB propôs a união em torno de um projeto comum para Ilhéus

O próximo passo para dar continuidade ao processo de convergência política é a realização de um seminário, em setembro próximo, com a participação de personalidades políticas de expressão nacional para debater questões importantes com a sociedade. “Os adversários de Ilhéus apostam na incapacidade de elaborarmos um projeto comum e temos que nos despir de vaidades para construí-lo, em nome de Ilhéus”, disse o secretário de Governo e Ações Estratégicas da Prefeitura de Ilhéus, Magno Lavigne.

O representante do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Roland Lavigne, frisou que há anos vem lutando para construir um projeto conjunto para Ilhéus e lembrou que já desistiu de candidatura própria para se unir a outras forças progressistas. O vereador Marcus Flávio, do PPS, concordou com Roland e disse que os políticos não podem permitir que Ilhéus volte a enveredar por caminhos incertos, para beneficiar grupos e famílias, em detrimento da coletividade.

POLÍTICA ILHEENSE EM DEBATE III

Para o médico Rui Carvalho, ex-vereador e ex-candidato a prefeito de Ilhéus, atualmente filiado ao Partido Republicano Brasileiro (PRB), hoje é preciso, mais do que nunca, a aglutinação de forças para colocar Ilhéus no rumo certo. “Sem a aglutinação das forças não será possível provocar as mudanças necessárias à política ilheense. Estou completando 30 anos de militância política, muitos deles no PSB, e estou disposto a me integrar nesse esforço conjunto”, se comprometeu.

A deputada estadual Ângela Sousa (PSC) alertou que não se conquista sozinho e que o PSB está consciente disso, tanto que promove um evento político com a finalidade de elaborar uma agenda política para o futuro de Ilhéus. “Nossa cidade tem sofrido bastante com os malfeitos do passado, cometido pelos que não se contentaram e querem voltar para cometer os mesmos erros, mas não vamos permitir”, garantiu. O vice-prefeito Mário Alexandre também disse estar disposto a integrar esse projeto, no sentido de promover as melhorias que Ilhéus merece.

PSDB e PSB I

Roland Lavigne diz que o PSDB está pronto para colaborar com o desenvolvimento de Ilhéus

Ex-deputado estadual e ex-deputado federal, o médico Roland Lavigne deu uma demonstração de que pretende continuar na luta por Ilhéus. Filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Roland participou, quinta-feira (25), da reunião plenária convocada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), na Câmara de Vereadores.

Em seu discurso, Roland Lavigne deixou claro que continua na trincheira em defesa da cidade e relatou seu desprendimento e apego a candidatura ou cargos quando desistiu de ser candidato a prefeito para apoiar Rui Carvalho. Com isso, Roland fez ver aos presentes que a vaidade é um pecado que os políticos não podem cometer, sob pena de prejudicar um projeto bem intencionado.

PSDB e PSB II

No seu pronunciamento, Roland Lavigne deixou claro que vai apoiar a melhor proposta para Ilhéus e deixou nas entrelinhas sua preferência. Mesmo sem ter “cicatrizada todas as feridas” de campanhas passadas, não se fez de rogado em afirmar que que somará às fileiras dos partidos progressistas ali reunidos e elogiou a ação do PSB em conclamar todas as forças compromissadas com Ilhéus para a construção de um projeto comum para Ilhéus.

A presença de Roland na plenária do PSB foi precedida de uma “costura política” do vereador e presidente do PSB, Alcides Kruschewsky, e do secretário de Governo e Ações Estratégicas, Magno Lavigne. Em um almoço, os dois pessebistas fizeram um relato das propostas do partido para Ilhéus, que ultrapassa os interesses individuais e partidários, e que têm o objetivo de formular um projeto comum.

PSDB e PSB III

Um dos argumentos utilizados por Alcides e Magno é de que o PSB possui um programa a ser seguido. Eles explicaram que os interesses de Ilhéus estão acima da participação no governo municipal ou estadual. “Somos governo, mas essa situação não impede que possamos divergir e contribuir apresentando ideias. Essa é uma condição inerente à política e dela não abriremos mão”, ressaltou.

Diante das conjunturas apresentadas, Roland Lavigne se comprometeu a participar da união de forças pela construção de um projeto para Ilhéus. “Vamos engrossar as fileiras dos que querem fazer política com decência e responsabilidade, com o compromisso de afastar os que querem apenas se aproveitar de Ilhéus em benefício próprio”, definiu.

OS JAPONESES E JABES I

A pré-campanha política em Ilhéus começa a ganhar contornos hilários e que podem decidir o pleito. Em entrevista recente, um dos irmãos de Jabes, que chegou a ser vereador, disse que a eleição de Ilhéus será Jabes Ribeiro contra um “caminhão de japonês”.  E o troco começou a ser dado nesta quinta-feira (25), durante plenária do PSB, que reuniu 10 partidos, todos com propostas de se unirem em torno de uma grande proposta para Ilhéus.

Pelo tom dos discursos, a iniciativa promete formar um projeto coletivo, com a participação desses partidos, tanto da base dos governos federal e estadual, como outros que se afinam com essas propostas. A proposição é caminharem juntos em outubro do próximo ano, através de uma ampla coligação, na qual os candidatos ao executivo serão escolhidos dentre os considerados mais viáveis, com base nos índices das pesquisas de intenção de voto.

OS JAPONESES E JABES II

Além do desejo de contribuir com o futuro de Ilhéus, os dirigentes e militantes desses partidos também têm em conjunto impedir que os futuros ocupantes do Palácio Paranaguá sejam pessoas descompromissadas com a cidade. Em bom português: pessoas que têm como objetivo apenas utilizar a máquina pública em proveito próprio e dos amigos mais chegados, como dizem ter acontecido em tempo não muito remoto.

Nos discursos proferidos ficou bastante evidenciado que o grupo adversário (ou, em alguns casos, inimigo) é o liderado pelo ex-prefeito Jabes Ribeiro, que tem feito constantes provocações nas entrevistas concedidas aos programas de rádio da cidade. As provocações atingiram o âmago dos militantes dos diversos partidos, que prometem marchar juntos, em torno de ideais e princípios desenvolvimentistas, os quais deverão ser elaborados de forma coletiva, com base no conteúdo programático dos partidos envolvidos.

BOA NOTÍCIA

Num momento em que grandes fabricantes internacionais desistem de competir com o iPad e retiram seus tablets do mercado, empresas brasileiras se preparam para lançar seus produtos. A Positivo Informática anunciou esta semana que planeja colocar o seu tablet no mercado em setembro. Essa é a mesma meta da Aoix, de Caçador (SC). A Positivo e a Aoix estão entre as companhias que já tiveram seu Processo Produtivo Básico (PPB) publicado pelo governo. Com isso, elas podem se beneficiar da redução de impostos oferecida para os tablets fabricados localmente. As multinacionais Samsung e Motorola já têm fabricação local.

Hoje o público de maior renda é disputado pelo iPad, da Apple, e o Galaxy Tab, da Samsung, mas os tablets que mais vendem são aparelhos de baixo custo, importados da China de forma nem sempre legal, disponíveis a cerca de R$ 300,00. A HP anunciou na semana passada a decisão de deixar de fabricar o seu tablet TouchPad. A Dell também desistiu do Streak 5. Nesse cenário, há espaço para produtos brasileiros? “Tem mercado para tudo”, disse Jovelci Gomes, presidente da Aoix. “Alguns vão querer um iPad. Outros vão querer um tablet brasileiro, que gera empregos no Brasil, sai pela metade do preço e tem um ano de garantia.”

CONTAM POR AÍ…

A redemocratização do país, após a ditadura militar iniciada em 1964, deixou muitos ensinamentos, entre eles o que não se deve fazer durante uma negociação. De início, mostra que falar a verdade é fundamental e que as diferenças devem ser conquistas na base da demonstração de fatos, situações e apresentação de números, principalmente quando o assunto em questão é a negociação entre patrões e empregados. Ganha quem tem mais argumentos, quem tem a força das classes ou categorias e a opinião pública. Isto se tiver “gordura a queimar”.

Um exemplo significativo dessa realidade pode ser demonstrado através de uma negociação entre a Comissão Executiva do Plano de Recuperação da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e o Conselho das Entidades Representativas dos Funcionários, emperrada graças ao endurecimento de ambos os lados. Não havia mais clima, isto porque as partes não possuíam a experiência necessária para se debruçar sobre o problema, fechar questão sobre os assuntos que poderiam ser acordados de pronto e continuar discutindo os divergentes, como se faz há algum tempo, de forma civilizada.

Nesse impasse, o pessoal da Ceplac de braços cruzados, dirigentes preocupados e ameaçando os funcionários, que por sua vez pouca importância davam à hierarquia. De cada lado, pescoços empinados, olhares ameaçadores, mas que nada resolvia, pelo contrário, aumentava o isolamento. Emissários de ambos os lados se procuravam, conversavam, falavam sobre as boas intenções, a importância do entendimento, a continuidade da instituição, constantemente ameaçada de extinção. A muralha parecia intransponível.

Mas eis que o então Conselho Consultivo dos Produtores de Cacau (CCPC), braço político da Ceplac dirigido pelos cacauicultores, resolve intervir para chegar a um bom termo. Na presidência do órgão o cacauicultor Humberto Salomão Mafuz, advogado dos mais experientes, grande tribuno e considerado um dos maiores defensores da lavoura de cacau. Um negociador por excelência.

A primeira rodada de negociações no ainda imponente prédio do CCPC foi cercada de desconfianças, principalmente pelas gentilezas dos também funcionários da Ceplac ali lotados, a toda hora oferecendo chocolate e cafezinho e ávidos por melhores salários e condições de trabalho condizentes. Os tapetes das salas de recepção e reuniões da presidência incomodavam os grevistas, muitos deles oriundos da área de operação da Ceplac – operários rurais, dentre outros profissionais – não acostumados à suntuosidade e que se sentiam incomodados com os pés afundando naquelas peças. Para causar um sentimento de diferença ainda maior, os dirigentes do Conselho das Entidades ainda diziam que os tapetes tinham sido importados da Pérsia, a peso de ouro, dinheiro que poderia muito bem ter sido destinado a aumentar os salários dos pobres trabalhadores.

Dois dias após, a segunda rodada de negociação corria mais tranquila, com os ânimos serenados e alguns pontos da pauta considerados de consenso e que poderiam ser cumpridos sem a necessidade de intervenção do ministro ou do presidente da República. Um avanço. Nesse clima, o presidente Salomão Mafuz continuava sua peroração descortinando as dificuldades da lavoura, que obrigada os produtores a enfrentarem dificuldades em cima de dificuldades. Para ele, já tinha se passado o tempo em que o cacaueiro era considerado a árvore dos frutos de ouro, como contada pelas histórias de tempos muitos remotos. Sem contar no aumento do número de doenças e pragas que se instalavam na região cacaueira, outrora considerada o “eldorado” das ricas terras do sul da Bahia.

Além das dificuldades do campo, Salomão Mafuz ainda reclamava das dificuldades com o acesso ao crédito, com os bancos dificultando a liberação dos recursos providenciais para produzir o cacau, responsável pela geração de divisas para o Brasil.

– Somos uns abnegados e estamos lutando contra a atual conjuntura nacional, que não ajuda, sofrendo com o câmbio desfavorável, sem falar nas adversidades climáticas e a insensibilidade do governo.  Para completar, a greve da Ceplac ainda impede que os extensionistas mandem para o Banco do Brasil os laudos para a liberação dos contratos de investimento e custeio. É uma lástima, mas vamos resolver essa pendência para o bem da lavoura – discursava Mafuz para o comando de greve.

De repente, adentra à sala de reuniões da presidência do CCPP um contínuo, antigo funcionário da Ceplac, conhecido como “Cabaret”, ávido para se descumprir do mandado que assumira ao ser enviado em missão ao Banco do Brasil.

– Dr. Mafuz, Dr. Mafuz, o gerente do Banco do Brasil pediu que o senhor assinasse esse contrato de penhor com urgência para liberar o dinheiro para sua fazenda. Ele disse que para eu levar de volta ainda de manhã! – disse Cabaret, convicto do serviço que teria prestado ao superior.

E eis que um olhava para o outro sem entender bem o que se passava, até que todos caíram na gargalhada. Inclusive Mafuz, sua diretoria e os chefes do comando de greve. Porém, Mafuz, um homem de muitas habilidades e recursos não perdeu o bom humor e emendou:

– Vocês estão vendo como o cacauicultor sofre? Não bastavam os problemas da lavoura, agora temos também os funcionais! – arrematou.

E mais meia hora de negociação e a diretoria da Ceplac atendeu aos apelos feitos por Salomão Mafuz em benefício dos funcionários. Bastou uma simples assembleia e os funcionários da Ceplac retornaram ao trabalho.

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Walmir Rosario

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