DO PÚBLICO AO PRIVADO

TODOS PELA ESTUPIDEZ I

Apesar do nome “Todos pela Escola”, o programa da Secretaria da Educação do Governo do Estado da Bahia poderia ser chamado de “Todos pela Estupidez”, fosse observado pelas atitudes do seu coordenador, Clóvis Caribé. Em Itabuna o coordenador deu uma grande demonstração do seu despreparo para coordenar um programa de educação, haja vista sua intolerância e seu radicalismo com representantes de prefeituras cujos prefeitos não pertencem à base aliada ao Governo do Estado.

Ao lançar o programa em Itabuna, no dia 28 de julho deste ano, por ocasião do dia em que se comemoravam os 101 anos da cidade, o despreparado Clóvis Caribé, não viu com “bons olhos” o bate-papo entre o secretário da Educação do Estado, Osvaldo Barreto, e o secretário da Educação de Itabuna, Gustavo Lisboa. A atitude imbecil de Clóvis Caribé tinha apenas um motivo: a raiva pela simples razão do Município de Itabuna não ter aderido, de imediato, ao programa.

TODOS PELA ESTUPIDEZ II

Assim que foi encerrada a solenidade de lançamento, com a assinatura representativa de dois prefeitos da região ao programa “Todos pela Escola”, os dois secretários, amigos de antes, conversavam animadamente sobre assuntos diversos, inclusive educação. Ao avistar os dois, Clóvis Caribé, de imediato, passou a assacar, raivosamente, contra o secretário de Itabuna, Gustavo Lisboa, se dirigindo ao secretário Osvaldo Barreto.

– Secretário, não adianta o senhor perder tempo com esse cara. Ele não quer nada com o programa o que demonstra que não tem responsabilidade com a educação de Itabuna assacou Clóvis Caribé.

Atônito, o secretário Osvaldo Barreto fez um gesto de desagrado pela atitude imbecil de Clóvis Caribé e continuou a conversa com Gustavo Lisboa, como se nada tivesse acontecido.

Isso foi o bastante para que Clóvis Caribé voltasse à carga de forma mais raivosa ainda, creditando a Gustavo Lisboa não ter aderido ao programa por razões partidárias, já que Itabuna tem como prefeito um filiado do Democratas (DEM). E Caribé teve como resposta de Gustavo:

– É secretário, eu estava avaliando o programa, mas diante da agressividade e da estupidez do seu coordenador, é impossível qualquer tipo de conversa futura. Se é deste modo que a educação é tratada por esse moço, coitado do povo baiano – finalizou a conversa Gustavo.

BRINCANDO COM A SAÚDE I

Enquanto as autoridades municipais e estaduais disputam o poder sobre o Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães (HBLEM), a população de Itabuna e região, que depende do atendimento médico para preservar sua vida sofre sem conseguir ser atendida. A briga mesquinha é para saber quem dá mais para o outro gastar e manter seus apaniguados nos cargos de confiança existentes e recebendo salários a peso de ouro.

E a queda de braço travada entre o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, e o governador do Estado, Jaques Wagner, beira às raias do absurdo. Azevedo quer mais dinheiro para o HBLEM, um hospital municipal que não tem outra fonte de receita se não o Sistema Único de Saúde (SUS). De hipótese alguma o prefeito de Itabuna e sua equipe concordam em estudar novas fontes de receita ou novos métodos de gestão para o combalido hospital, que presta um serviço ruim à população, por não dispor das condições ideais de atendimento, a exemplo de uma equipe médica satisfeita, corpo funcional idem, e materiais e equipamentos à disposição.

BRINCANDO COM A SAÚDE II

Pelo andar da carruagem, a população ainda vai ter muito que esperar, se não morrer antes. Nenhuma das duas partes propõe um pacto ou uma proposta diferente, senão a de “me dê o dinheiro para eu gastar”, do lado do prefeito; e “me dê o hospital que administro e coloco dinheiro no caixa”, esta proposta pelo Governo do Estado.

A disputa é apenas pela municipalização ou estadualização do Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães. Nada além desse propósito. Enquanto Capitão Azevedo diz que precisa de R$ 1 milhão a mais por mês para manter o hospital, Jaques Wagner diz que tem dinheiro suficiente para investir no HBLEM, mas só se administrar o hospital. A conclusão é que nem Azevedo acredita que Wagner tem competência para administrar o HBLEM, nem Wagner tem confiança em deixar o dinheiro para Azevedo administrar.

BRINCANDO COM A SAÚDE III

Enquanto a queda de braço persiste, as desconfianças mútuas são lançadas ao vento, o povo padece. Nada, nada, entretanto, parece comover as duas autoridades (municipal e estadual) para as vidas ceifadas por falta de atendimento médico. O que mais interessa é o dinheiro que poderão administrar, os afilhados que poderão manter nos cargos, as vantagens políticas que auferirão com a miséria alheia, diga-se, de passagem, provocada por eles mesmos.

Agora, além do prefeito e governador, também tentam se apoderam do botim resultante da guerra sofrida com o Hospital de Base os deputados federal e estadual. O primeiro deles foi Augusto Castro, que “vendeu” proposta milagreira ao prefeito Capitão, e emplacou o atual secretário da Saúde, Geraldo Magella, prometendo mundos e fundo e prazo para trazer de volta a gestão plena do SUS.

BRINCANDO COM A SAÚDE IV

Ledo engano. Aos poucos, a comunidade foi conhecendo o currículo do secretário Magella, desfazendo o mito de gestor capaz de abrir gabinetes em Salvador e Brasília, mandar e desmandar nas autoridades da saúde. Outro mito desfeito é o poder exercido pelo deputado Augusto Castro – padrinho político de Magella – quanto à influência junto ao Governo do Estado e Federal para devolver a gestão plena.

Em seguida, foi mostrado à comunidade que o “salvador da pátria” prometido a Azevedo tinha sido um dos algozes da saúde de Itabuna, tendo contribuindo, decisivamente, para retirar a gestão plena da Prefeitura de Itabuna. Ou seja, o feitiço voltou-se contra o feiticeiro. Quem agiu em conjunto com petistas e comunista contra a gestão plena do SUS Itabuna não conseguiu reverter o quadro.

BRINCANDO COM A SAÚDE V

O deputado Augusto Castro, que tentou se aproveitar da situação, não avaliou que a questão era política e não de ordem econômica, estas suas “velhas conhecidas” às quais se propõe a resolvê-las para os municípios junto aos governos do Estado e Federal. Desta vez a questão é outra, bem mais complicada, por se tratar de questão político-partidária, com desdobramentos na eleição municipal de 2012.

Ao Capitão Azevedo, que tem como consultores políticos o soldado Pinheiro, a secretária Joelma e Carlos Burgos, faltou ouvir alguém mais experiente em política, para saber que, da forma que agiu na campanha eleitoral não conseguiria formar uma base parlamentar. Tentou “enrolar” os candidatos com apoios fictícios e o resultado foi pífio, não conseguindo eleger um deputado de Itabuna, além do fato de, praticamente, todos eles pertencer às bases governistas. Ouvem as reivindicações, mas não conseguem modificar o status quo.

BRINCANDO COM A SAÚDE VI

O mesmo recado serve também para o deputado estadual Coronel Gilberto Santana, que vem trazendo comissões da Assembleia Legislativa para conhecer e debater os problemas de diversos municípios, incluídos, aí, Itabuna. Santana, em que pese sua boa vontade em fazer tudo de acordo com o regimento da Assembleia Legislativa, não conseguirá o seu intento, pelo menos por agora, às vésperas da campanha político-eleitoral de 2012.

O poder executivo não respeita os problemas do povo. Essa é uma realidade própria dos governos impostos pela força ou pela enganação, através da farsa do populismo, continuada nas administrações, com o controle dos meios de comunicação e das lideranças. Esses governos têm como características principais o “complexo de Jeca”, atuando sempre na defensiva, buscando ser reconhecido como o “coitadinho”, reclamando de tudo e de todos, quando colocado em xeque pelos seus erros.

INVERSÃO DE VALORES I

Nove senadores já se inscreveram para falar na sessão Plenária do Senado de segunda-feira (16) em apoio às ações da presidente da República, Dilma Rousseff, no combate à corrupção. A informação é do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que está à frente do que chamou de “movimento” de suporte à chefe do Poder Executivo, atualmente às voltas com pressões em sua própria base parlamentar contra uma ação moralizadora, segundo o noticiário.

Além do próprio Simon, estão inscritos Cristovam Buarque (PDT-DF), Ana Amélia Lemos (PP-RS), Paulo Paim (PT-RS), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Pedro Taques (PDT-MT), Wilson Santiago (PMDB-PB), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Eduardo Braga (PMDB-AM). Conforme a assessoria do parlamentar peemedebista, Simon conta ainda com Luiz Henrique (PMDB-SC), Casildo Maldaner (PMDB-SC) e Roberto Requião (PMDB-PR), entre outros.

INVERSÃO DE VALORES II

A notícia acima parece ser um acinte e soa estranho por ser a corrupção uma prática nociva não só à democracia, mas à vida em sociedade, principalmente num país do tamanho e importância no contexto internacional como o Brasil. O correto é não haver esse tipo de prática na máquina pública, mas, em existindo, o correto é a devida providência a ser tomada pelas polícias e a Justiça.

Dentro da normalidade democrática não seria cabível esse tipo de apoio, de forma explícita e anormal de uma das casas legislativas, no caso o Senado Federal. Esse esforço dos senadores não deveria tomar o tempo dos debates no plenário, para não parecer que o combate à corrupção dependa do apoio político de deputados e senadores ao poder executivo.

LEILÃO EM ILHÉUS

Numa promoção conjunta, a Associação de Criadores de Ilhéus e a Rancho Leilões realizam no sábado e domingo (20 e 21 de agosto), no Parque de Exposições de Ilhéus, leilões mistos com animais de reconhecida qualidade. O evento, segundo o presidente da Associação Ilheense dos Criadores, João Bittencourt Neto, tem a finalidade de melhorar a qualidade genética dos animais no município, aumentando a produção na zona rural.

No sábado (21), a partir das 19 horas, será realizado o leilão de 40 lotes de muares, ovinos e animais de sela de diversas raças, a exemplo de mangalarga marchador, pampa, quarto de milha, dentre outros, puros e meio sangue. Explica João Bittencourt, que os compradores terão facilidade de pagamento, pois cada lote será parcelado em 10 prestações iguais e sem juros. No domingo (21), a partir das 13 horas, será realizado o leilão de 80 animais bovinos selecionados, das raças leiteiras Gir, Girolando, Holandesa, oriundos de planteis de criadores dos estados de Minas Gerais e Bahia. Todas as fêmeas possuem comprovação de prenhes ou paridas. Neste mesmo dia também serão leiloados cinco touros da raça Gir, de alta qualidade.

A GRANA DE VOLTA

A Receita Federal libera nesta segunda-feira (15) o dinheiro do terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011. Serão liberadas também restituições de lotes residuais das declarações de 2010, 2009 e 2008. Para saber se está nos lotes, o contribuinte deve consultar a página da Receita (www.receita.fazenda.gov.br) na internet ou o ReceitaFone (146).

Do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 1.772.511 contribuintes, com correção de 3,92%. Do lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para 30.521 contribuintes, com correção de 14,07%, e do de 2009, para 19.122, com correção de 22,53%. Do lote de 2008, as restituições serão pagas a 5.794 contribuintes e corrigidas em 34,60%.

REFORMA POLÍTICA I

Cerca de 60 entidades estão empenhadas no preparo de uma Proposta de Lei de Iniciativa Popular para fazer a reforma política no Brasil. Nesta semana, as assinaturas começarão a ser coletadas, aproveitando a Marcha das Margaridas que espera reunir em Brasília, na próxima quarta-feira (17), cerca de 70 mil mulheres.

Para ser apresentada à Câmara dos Deputados e tramitar como projeto de lei no Congresso, mais de 1 milhão de assinaturas são necessárias. A Constituição Federal exige que a iniciativa popular seja subscrita por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional e que essas assinaturas sejam distribuídas pelo menos por cinco estados. Além disso, a proposta tem que contar com o apoio de 0,3% dos eleitores de cada um desses estados.

REFORMA POLÍTICA II

As entidades estão reunidas no Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A proposta traz conceitos que vão desde a simplificação do trâmite das iniciativas populares, até o polêmico financiamento público exclusivo de campanha, uma forma considerada fundamental pelas entidades para combater a corrupção, os chamados “caixa 2” e os abusos de poder econômico durante as eleições.

Outra novidade proposta na plataforma é a criação do veto popular, que seria usado quando a população discordar de uma lei aprovada pelo Parlamento. Nesse caso, o veto popular terá que seguir o mesmo rito da coleta de assinaturas da iniciativa popular, previsto atualmente pela Constituição Federal, e depois a proposta terá que ser submetida a um referendo.

BOA NOTÍCIA

Com todos os “furacões” acontecendo por ai, felizmente uma promessa do governo é levada a sério pelas empresas, que vem popularizando os tablets desde o início do ano. Finalmente, os primeiros equipamentos com impostos reduzidos começam a chegar ao mercado. A Motorola baixou o preço do tablet Xoom e a Samsung começou a vender o Galaxy Tab 10.1. As empresas estão entre as cinco que já tiveram o Processo Produtivo Básico (PPB) aprovado pelo governo. Sem isso, não é possível se beneficiar da redução de tributos.

As outras três são a Positivo Informática, a MXT e a Aiox. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, existem mais quatro PPBs que estão para ser publicados. Segundo Mercadante, 25 empresas já expressaram interesse em fabricar tablets no País. Desde a terça-feira passada, a Motorola reduziu em R$ 300 o preço do Xoom. O modelo com conexão Wi-Fi passou de R$ 1.899 para R$ 1.599 e o preço do modelo com Wi-Fi e 3G passou de R$ 2.299 para R$ 1.999.

CONTAM POR AÍ…

Em 2006 os partidos se preparavam para lançar seus candidatos aos diversos cargos eletivos, entre eles os de deputados federal e estadual. Em Ilhéus, o Partido dos Trabalhadores (PT) tinha como grande trunfo para a Assembleia Legislativa da Bahia, o nome do médico Rui Carvalho, que vinha de uma excepcional campanha a prefeito e era considerado “pule de dez” pelos petistas ilheenses.

Como sempre, nem tudo no PT são flores, concordâncias, o que levanta discussões e intermináveis debates. No meio desta análise, as diversas correntes (ou facções) promovem intermináveis reuniões, que embora nada resolvam têm a finalidade de marcar um novo encontro, para, é claro, discutirem ainda mais.

E neste debate saia de tudo: de que Rui Carvalho seria um neopetista, portanto deveria ficar de “quarentena” até que pudesse ser considerado um petista “sangue puro”, como se não já tivesse disputado eleição pelo partido, inclusive a prefeito. Mas isso é considerado normal dentro do partido e os petistas não abrem mão de mostrar que faz parte da democracia, embora se saiba que quem mandam mesmo são as elites partidárias.

E são elas – as elites – que começam a conversar com o candidato a candidato a deputado estadual Rui Carvalho, ou simplesmente Dr. Rui. Essas conversas chegaram a mais de uma dezena e consumiram algumas semanas de bate-papo, algumas sabatinas e há quem afirme que até mesmo interrogatórios, a depender do representante da facção.

E essas conversas, a depender do interlocutor, eram realizadas nos mais diferentes locais, desde a sede do diretório a um bar qualquer, pois também era conveniente – de acordo com as partes – que, de início, fossem quebradas algumas arestas. E nada melhor do que uma rodada de cerveja, após um aperitivo, para nivelar os ânimos. Etilicamente falando, nada mais providencial para dar início a um debate, principalmente os de cunho político-eleitoral.

Mas, a depender da liderança, essa conversa reservada pode acontecer num local mais aconchegante, notadamente se o interlocutor for considerado um dos “cardeais” do partido. Na casa do candidato, por exemplo, cercada de mimos e com direito a mordomais nunca antes dispensadas a outros simples mortais. Sim, isso faz parte do debata democrático, embora alguns prefiram dizer que é uma prática desigual, coisa inventada pelo capitalismo selvagem para enganar os incautos. Pura inveja.

Pois é, mas nesse dia Dr. Rui receberia nada mais nada menos do que o ex-prefeito de Itabuna, deputado estadual, federal e novamente candidato à Câmara Federal. Whisky do melhor (acima dos 18 anos, como convêm e determina o cerimonial), bons canapés e outros acepipes de entrada, dois a três pratos de resistência (geralmente um de peixe, um de lagosta e outro de carne), vinhos de boas e reconhecidas origens, licores finos. Nada melhor para impressionar.

E eis que na hora marcada toca a campainha e chega o ilustre convidado e adentra à mansão do Outeiro, com bela vista para o mar de Ilhéus, cercada de plantas, muitas delas produtoras de alimentos. Ciceroneado por Dr. Rui, Geraldo Simões se mostrava encantado a cada parte da casa visitada, elogiando o bom gosto do anfitrião, “homem simples, mas de bom gosto”, conforme ressaltava Geraldo.

Mas o que mais chamou a atenção do visitante foi um pé de fruta-pão, planta muito comum nos quintais de antigamente, mas raridade nos dias de hoje. Por ser técnico de agropecuária de formação, Geraldo Simões elogiou a planta e demonstrando conhecimento declinou, inclusive, num arroubo de sabedoria, o nome científico da árvore: “Artocarpus altilis”. Claro que fazia de tudo para impressionar o dono da casa.

Barriga cheia, conversa feita, martelo batido, ponta do prego virada, enfim, foi sacramentada a garantia da aprovação do nome de Rui Carvalho como um dos candidatos a deputado federal pelo PT. Pelas contas feitas no calor de fino vinho do porto, Dr. Rui seria o campeão de votos, sairia consagrado de Ilhéus e visitaria outros municípios muito mais para garantir votos para a legenda, pedir votos para os colegas, além de visitar os amigos botafoguenses.

Mas nem tudo são flores, três dias após a visita de Geraldo Simões o médico ilheense começou a sentir que seu pé de fruta-pão começou a definhar e Dr. Rui, resolveu fazer uma inspeção mais apurada na planta. Bastou chamar um engenheiro agrônomo amigo seu para analisar o pé de fruta-pão que o diagnóstico foi incisivo, por parte do ceplaqueano.

– Dr. Rui, o problema é mais grave do que pensávamos, seu pé de fruta-pão foi atacado pela vassoura-de-bruxa – sentenciou.

A partir dessa data Dr. Rui começou a ter um pressentimento de que havia no algo mais do que os aviões de carreira. E, infelizmente, os prognósticos não foram exatamente os esperados. Talvez a candidatura tenha sido acometida por fungos e pragas da política.

 

 

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