Azevedo, as demissões e o telefone

A ordem do Capitão Azevedo é mandar o servidor embora e desligar a linha do celular

O Capitão Azevedo (prefeito de direito), Joelma Reis (prefeita de fato) e Rolemberg (com os superpoderes conferidos) estão inovando na administração pública e até mesmo em relação ao Direito do Trabalho. Agora, as vítimas contratadas pela prefeitura para prestar serviço na campanha política estão sendo demitidas sem o pagamento dos salários e muito menos das verbas rescisórias.

modus operandi da turma é, verdadeiramente, longe de tudo que preceitua o direito, se aproximando bem mais do período do coronelismo (quando as cédulas eram colocadas no cano do bacamarte) e da escravidão (sem qualquer direito assegurado ao trabalhador), sem qualquer respeito aos cidadãos ou ao sistema jurídico de um estado democrático de direito.

A única “pista” para que os demitidos saibam que já foram demitidos é o silêncio absoluto na linha do celular da rede da prefeitura. Isso porque a turma do terror chefiada por Azevedo manda desligar a linha do aparelho, cuja conta é descontada do salário do servidor e repassada para a operadora de telefonia.

A mesma prática está sendo utilizada para a exoneração dos servidores comissionados. Lula, pelo menos usava o celular para avisar da exoneração dos ministros.

 

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Walmir Rosario

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