Amurc na Expofenita: rococó e grosseira

Já na solenidade de abertura da Expofenita que o presidente da Amurc, Cláudio Dourado (olhando para cima), parece não se sentir bem ao lado dos parceiros do evento

A Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc) deu uma demonstração da desqualificação de sua diretoria e executivos ao promover um evento, quarta-feira (28), na Expofenita, no Parque de Exposições Antônio Setenta, em Itabuna.

O evento, que seria uma ação para mostrar a produção industrial e artesanal dos municípios associados, se revelou um fiasco na organização, desagradando a todos. A começar pelo atraso de duas horas, passando pela desorganização e o formato rococó.

Pior mesmo do que a apresentação dos municípios, demorada com a entrada de várias delegações municipais carregando bandeiras, enquanto um locutor lia um texto interminável, longos discursos, provocando o cansaço e a impaciência dos presentes, foi a atitude indelicada, desairosa e grosseira e individualista da direção da Amurc.

Enquanto em todos os eventos da Expofenita a Amurc foi tratada como parceira, evidenciada em todas as apresentações realizadas, na noite desta quarta-feira a direção da Amurc proibiu que fosse anunciada ou fosse feita qualquer referência à Expofenita.

Como associação, a atitude negativa do presidente Claúdio Dourado (até por omissão), foi mesquinha e uma demonstração do tamanho da entidade que representa. Como costumeiramente diz durante os eventos realizados com os prefeitos, “a união faz a força”, num apelo à entrada de novos municípios para o quadro associativo.

Mais uma vez prevaleceu a máxima: “Em casa de ferreiro, o espeto é de pau”.

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Walmir Rosario

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